Olá amigos esse blog foi criado para todas as pessoas que se interessam por leitura.
Caros amigos lembro apenas da Capa da Cartilha Caminho suave que foi usada para alfabetizar muitos de nós. Alguém lembra mais detalhes dela?
Quero dizer que amei todos os depoimentos que li dos colegas! Uma experiência diferente da outra ,mas os caminhos para a leitura se cruzaram de alguma maneira e isso é muito gratificante...
Venho de uma família bem simples e da qual não tiveram muito estudo: minha mãe cursou até a 3ª série e meu pai até a 5ª série do primário, ela na Bahia e ele na Paraíba. Como tudo era muito difícil por lá começaram a trabalhar muito cedo e não terminaram os estudos. Meu pai veio para São Paulo com 23 anos e minha mãe com 17 anos, no mesmo ano, 1971. Em setembro de 1972 eu nasci. Já na pré- escola apresentei muita dificuldade para aprender, eu era muito dispersa e infelizmente tive uma professora chamada Glória que me dava pavor. Não queria ir para a escola de jeito nenhum, chorava até. Mas minha mãe era muito firme, tinha que ir para a escola. Na hora de preparar o jantar eu tinha que sentar-me junto a mamãe para aprender o alfabeto, os números, contando milho ou feijão. Aprendi sim, mas com minha mãe. Depois, na escola, trocaram a professora Glória ( devido a muitas reclamações) por uma outra chamada Sílvia...Que doce de professora, que amorosa...Aprendi muito com ela e com o livro que ela utilizava na época “Caminho Suave...”isso marcou o meu gosto pela leitura. Alguém se lembra deste livro? Mesmo assim mamãe era firme “estude muito, minha filha, para você não sofrer como eu...” E eu estudava com a sua ajuda. Meu livro preferido e que me fez chorar muito quando já estava na 6º série foi da coleção Vagalume “Sozinha no Mundo” e outro que adorei, “Mistério no Cinco Estrelas”. Bons Tempos...Já no colegial detestava a leitura obrigatória, mas em compensação eu amava ler aqueles romances fantásticos: “Júlia”, “Sabrina” e “Bianca”...Isso sim era uma paixão por leitura; lia até dois por semana...E tudo isso começou porque a minha professora de português sorteou um brinde na sala. Quem ganhou este primeiro romance foi minha amiga, o título era “Selva de paixões”...ela leu, amou e me emprestou...amei também e emprestei para mamãe...Com isso quero dizer que a leitura e a escrita eleva sim a nossa mente, a nossa alma, o nosso ser ao mais completo e apaixonante mundo da leitura. Me formei no curso Superior com muito orgulho, para meus pais então, foi uma vitória e digo que consegui porque conheci um livro chamado “ caminho suave...”
Gostei muito do seu depoimento Mariana, realmente o estudo é o melhor mecanismo para crescermos como seres humanos e para realização dos nossos sonhos. É claro também que a cartilha Caminho Suave fez parte da alfabetização da maioria de nós que estamos fazendo esse curso. O estudo diminui a distância entre as pessoas.
MARIANA NEVES DOS SANTOS DA SILVA (Cursista) Osasco-SP
Sou professora da rede estadual desde 1997, leciono atualmente na EE Jardim Santa Angela, em Cotia/SP, nas 5º/7º/8° séries na disciplina Lingua Portuguesa, mas moro em Osasco/SP. É muito bom estar com vocês nesta nova fase...aprender sempre!Terminei o curso "Currículo e Prática Docente" agora 01/ Março e já estou em outro...Isso é muito bom...Sei que vamos aprender muito juntos. Bom curso a todos...
AIDÍL MARIA FALCÃO MOUTA RODRIGUES (Cursista) São Vicente-SP
Sou formada em Ciências e Biologia (efetiva em Ciências há 28 anos), atuando como PC do Ensino Fundamental há 5 anos pela SEE e como PEBII pela prefeitura de São Vicente . Estou prestes a me aposentar mas ainda tenho muito a aprender e ensinar e grandes esperanças de que a educação finalmente seja valorizada como deve ser e mude nosso país para melhor. Gosto de ler, assistir filmes, documentários, ouvir música, passear e aproveitar as horas de lazer com a família (marido, um casal de filhos, mãe, agregados, uma cachorra e duas gatas) aqui em São Vicente ou no sítio que temos em Itanhaém. Sou essencialmente feliz!
EXEMPLOS... Quando comecei a pensar no meu tipo de leitura preferido, constatei que não tenho pois gosto de tudo que é legível, revistas, gibis, livros como romances,cordel, ficcção, suspense, enfim leio de tudo um pouco. Meus pais foram meus incentivadores na arte de ler, minha mãe dando o exemplo e meu pai, que era português e só tinha cursado até a 3ª série, me incentivando a estudar sempre. Meu pai só lia jornais, tinha pouca instrução mas queria que eu lesse muito mais. Já minha mãe sempre leu muito, até "bula de remédio", como ela diz pois aos 80 anos ela lê jornais, revistas de publicações científicas até fofocas de novela, navega na internet e tem até facebock( os dois últimos incentivados por mim e por meu irmão e cunhada, que são outros leitores vorazes). Portanto sempre tive muitos exemplos e, graças a Deus, consegui segui-los sendo que até hoje leio desde publicações científicas até revistas populares e gibis( adooorooo os do Maurício de Souza ). Quando entrei no "1º ano primário"em 63, olha que jurássica, já sabia ler alguma coisa, sabia escrever meu nome e fazer as contas básicas e tudo orientada por meus pais. Entrei em uma escola de freiras passionistas que, na época, era bem moderna e incentivava a leitura e a produção de textos como prioridade. Toda essa bagagem leitora procurei passar para meus filhos e, junto com meu marido que não lê muito mas é expert em palavras cruzadas, creio que conseguimos pois nosso filho fez faculdade de jornalismo, onde a leitura e escrita são fundamentais e ele escreve muito bem, modéstia a parte, e nossa filha cursa Medicina Veterinária onde lê muuuiiito também. Com esse histórico espero moldar netos leitores, quando os tiver. Responder
Posso dividir a leitura em minha vida em três fases: primeira fase a da “necessidade” – somente através do domínio da leitura é que poderia prosseguir adiante nos estudos, na compreensão do que se passa no mundo e me sentir dentro do contexto dessa vida tão cheia de informações e indagações. Segunda fase a da “vontade” – certos comentários de colegas e amigos sobre determinados livros me instigavam a querer ler, viajar por entre as linhas e conversar com o autor. A terceira fase a da “fantasia” – Tenho dois lindos filhos e, desde cedo, introduzi os livros em suas vidas. Ler para eles e juntos viajarmos no mundo da imaginação despertou em mim a “fase” que não tive quando criança. Percebo hoje que consigo unir a “necessidade”, “vontade” e a “fantasia” em uma leitura, tornando o “livro” meu amigo prazeroso e ao mesmo tempo, instigante.
EXTRA, EXTRA -Presunto fresco desovado na porta de velhote. Por volta das cinco da matina, seu Joelson, velhote aposentado, acordou com uma sensação estranha, levantou e foi ao banheiro. Quando estava se lavando ouviu a campainha e achou mais estranho ainda. Disse aos repórteres que olhou no relógio, achou que era cedo para visitas mas foi abrir a porta. Destrancou a porta e viu um fulano estatelado no chão e seu tapete novo ensopado de sangue. Olhou em volta para achar alguém e não viu nada.. Com medo se abaixou e mexeu no homem que mais parecia um bloco de gelo de tão frio. Então, o pobre homem sentiu que haviam deixado um morto à sua porta e antes que o chão ficasse todo manchado com o sangue, correu e ligou para a polícia que chegou rapidamente depois de 3 horas. Com seu tapete e seu chão ensanguentados para sempre o velhote Joelson deu seu depoimento e a polícia constatou, depois de analisar os dados e os documentos do falecido, que havia sido um acerto da contas entre gangues vizinhas e o chefe de uma delas tinha passado desta para melhor.
Muito bom Aidil você é uma verdadeira repórter de jornal popular, uma verdadeira repórter do povão com texto agradável e interessante para as camadas populares.
Se isso acontecer o Estado e os Alunos perderam uma ótima Professora e o Jornalismo ganhará uma Reporter perfeita para correr atrás de noticias que aguçam a curiosidade das camadas populares.
É amigos leitores, parece que aquela paz que até então tínhamos em nossa pacata cidade de Miraluz está com os dias contados, problemas e mistérios que até então era privilégio das cidades grandes, começam a acontecer aqui em nossa cidade. Não posso deixar de lembrar que o último homicídio em nossa cidade, até então, aconteceu fazem mais de vinte anos. Pois então leiam a reportagem que fizemos o Professor Paulo, que trata de um assunto intrigante: Prof. Paulo: Lembro que como sempre acordei ás cinco horas e trinta minutos da manhã, estava chovendo muito, fui ao banheiro, lavei o rosto quando ouvi a campainha tocar, enxuguei-me e apesar de achar estranho alguém em casa essa hora da manhã fui atender a porta, quando abri dou de cara com um homem caído. Olhei ao redor e vi uma mulher de cabelos ruivos correndo velozmente se afastando de minha casa. Tentei então socorrer o homem que em minha opinião estaria bêbado, mas quando toquei seu rosto, percebi que o corpo estava frio e duro, percebi que o homem, que estava morto. Liguei imediatamente para a Policia, logo ela chegou. O corpo não tinha sinais de violência, a Policia acha que a causa da morte provavelmente foi por causa de uma overdose de drogas. Ao examinar os documentos a Policia constatou que se trata de um grande empresário de São Paulo. A autopsia que será feita em José Bonifácio tentará apurar com certeza a causa da morte. Não tenho nada mais a dizer. Caros leitores coube a nós do Jornal Correio de Miraluz denunciar o ocorrido mistério onde a principal testemunha, o Professor Paulo viu apenas uma mulher ruiva correndo, bem distante dele. Terá sido overdose de drogas mesmo ou assassinato? E nossos dias de paz em nossa pacata cidade estarão chegando ao fim, estaremos com o crescimento de nossa cidade herdando os problemas das cidades grandes? Enfim cobramos em nome do nosso povo que as autoridades competentes esclareçam esse mistério.
“CADÁVER FAZIA PARTE DE UMA QUADRILHA AMOROSA?” Segundo depoimento da Sra.Lili P. Fernandes, branca, 38 anos, moradora na Rua Carlos Drummond de Andrade, nº 20, apto 06, no Bairro Recanto das Rosas, em São Paulo, prestado a polícia local, o defunto encontrado nesta manhã de sábado na porta de seu apartamento por volta das 07 h é de seu marido J.P.Fernandes, branco, 45 anos, que estava trabalhando como segurança no turno da noite. A testemunha, muito chocada ainda com o ocorrido, não sabe explicar porque o marido foi morto, apenas relata que ele andava muito esquisito ultimamente, falando besteiras enquanto dormia, dizendo nomes de João, Raimundo, Joaquim, Teresa e Maria, e quando perguntava a ele quem eram, apenas dizia “fantasmas do passado. A testemunha declara ainda que ao acordar e consultar o relógio de cabeceira e verificar que eram quase 06 h, preocupou-se apenas em se levantar logo, fazer a sua higiene pessoal antes de preparar o café da manhã para seu marido, que estava para chegar. Nisso, enquanto lavava seu rosto, ouviu a campainha tocar e logo estranhou, pois o marido costumava chegar sempre às 07 h. Muito contra a vontade, enxugou-se às pressas e assim que saiu do banheiro ouviu um barulho muito forte e estranho. Mesmo assim, destrancou a fechadura e abriu a porta e para seu pavor, viu seu marido caído no chão, com marca de tiro no peito. A testemunha, muito nervosa, olhou em volta e não viu ninguém no corredor, então ela se abaixou e tocou no marido e sentiu que ele estava frio que nem gelo. Imediatamente, em estado de choque, ligou para o 190. A polícia está investigando os fatos, mas trabalha com a suspeita de uma suposta quadrilha amorosa, já que encontrou um bilhete anônimo no bolso da jaqueta do falecido dizendo que Joaquim já havia se suicidado... A testemunha nega qualquer envolvimento no caso...
REFLEXÕES SOBRE O CURSO. O primeiro contato que tive com esse curso foi a videoconferência a que fui convocada para assistir por ser professora coordenadora. O que mais me chamou a atenção foi o trabalho com leituras e textos e a apresentação entusiástica da coordenadora do curso e ainda o fato de poder ser feito por PCs também, já que a maioria deles são direcionados aos professores em geral. Fiz a maior propaganda na escola e, no primeiro dia em que se abriram as inscrições fiz a minha. Foi sorte, pois no dia seguinte já não havia mais vagas e muitos colegas me cobraram já que eu os entusiasmara tanto. Fica para a próxima... Os módulos do curso superaram as minhas expectativas pois eu achava que depois de ter conseguido terminar o estafante REDEFOR não enfrentaria grandes dificuldades ou teria maiores surpresas. Doce ilusão, encontrei problemas, alguns percalços e tive que estudar e me aprimorar bastante para conseguir dar conta de todas as tarefas propostas. Como gosto de estudar e trabalhar com pessoas interessantes e preocupadas em aprender, estou ansiosa para que a 2ª parte do “Práticas” comece logo para interagir e aprender bastante. Mesmo à beira da aposentadoria sinto que ainda tenho muito a aprender e a ensinar também, portanto, colegas, me aguardem no próximo módulo. Profª AIDIL
Desculpem-me pelos erros de Português na Postagem acima, meu teclado está ruim, algumas teclas não funcionam.
ResponderExcluirQuero dizer que amei todos os depoimentos que li dos colegas! Uma experiência diferente da outra ,mas os caminhos para a leitura se cruzaram de alguma maneira e isso é muito gratificante...
ResponderExcluirVenho de uma família bem simples e da qual não tiveram muito estudo: minha mãe cursou até a 3ª série e meu pai até a 5ª série do primário, ela na Bahia e ele na Paraíba. Como tudo era muito difícil por lá começaram a trabalhar muito cedo e não terminaram os estudos. Meu pai veio para São Paulo com 23 anos e minha mãe com 17 anos, no mesmo ano, 1971. Em setembro de 1972 eu nasci. Já na pré- escola apresentei muita dificuldade para aprender, eu era muito dispersa e infelizmente tive uma professora chamada Glória que me dava pavor. Não queria ir para a escola de jeito nenhum, chorava até. Mas minha mãe era muito firme, tinha que ir para a escola. Na hora de preparar o jantar eu tinha que sentar-me junto a mamãe para aprender o alfabeto, os números, contando milho ou feijão. Aprendi sim, mas com minha mãe. Depois, na escola, trocaram a professora Glória ( devido a muitas reclamações) por uma outra chamada Sílvia...Que doce de professora, que amorosa...Aprendi muito com ela e com o livro que ela utilizava na época “Caminho Suave...”isso marcou o meu gosto pela leitura. Alguém se lembra deste livro? Mesmo assim mamãe era firme “estude muito, minha filha, para você não sofrer como eu...” E eu estudava com a sua ajuda. Meu livro preferido e que me fez chorar muito quando já estava na 6º série foi da coleção Vagalume “Sozinha no Mundo” e outro que adorei, “Mistério no Cinco Estrelas”. Bons Tempos...Já no colegial detestava a leitura obrigatória, mas em compensação eu amava ler aqueles romances fantásticos: “Júlia”, “Sabrina” e “Bianca”...Isso sim era uma paixão por leitura; lia até dois por semana...E tudo isso começou porque a minha professora de português sorteou um brinde na sala. Quem ganhou este primeiro romance foi minha amiga, o título era “Selva de paixões”...ela leu, amou e me emprestou...amei também e emprestei para mamãe...Com isso quero dizer que a leitura e a escrita eleva sim a nossa mente, a nossa alma, o nosso ser ao mais completo e apaixonante mundo da leitura. Me formei no curso Superior com muito orgulho, para meus pais então, foi uma vitória e digo que consegui porque conheci um livro chamado “ caminho suave...”
Gostei muito do seu depoimento Mariana, realmente o estudo é o melhor mecanismo para crescermos como seres humanos e para realização dos nossos sonhos. É claro também que a cartilha Caminho Suave fez parte da alfabetização da maioria de nós que estamos fazendo esse curso. O estudo diminui a distância entre as pessoas.
ExcluirMARIANA NEVES DOS SANTOS DA SILVA (Cursista)
ResponderExcluirOsasco-SP
Sou professora da rede estadual desde 1997, leciono atualmente na EE Jardim Santa Angela, em Cotia/SP, nas 5º/7º/8° séries na disciplina Lingua Portuguesa, mas moro em Osasco/SP.
É muito bom estar com vocês nesta nova fase...aprender sempre!Terminei o curso "Currículo e Prática Docente" agora 01/ Março e já estou em outro...Isso é muito bom...Sei que vamos aprender muito juntos.
Bom curso a todos...
AIDÍL MARIA FALCÃO MOUTA RODRIGUES (Cursista)
ResponderExcluirSão Vicente-SP
Sou formada em Ciências e Biologia (efetiva em Ciências há 28 anos), atuando como PC do Ensino Fundamental há 5 anos pela SEE e como PEBII pela prefeitura de São Vicente . Estou prestes a me aposentar mas ainda tenho muito a aprender e ensinar e grandes esperanças de que a educação finalmente seja valorizada como deve ser e mude nosso país para melhor. Gosto de ler, assistir filmes, documentários, ouvir música, passear e aproveitar as horas de lazer com a família (marido, um casal de filhos, mãe, agregados, uma cachorra e duas gatas) aqui em São Vicente ou no sítio que temos em Itanhaém. Sou essencialmente feliz!
EXEMPLOS...
ResponderExcluirQuando comecei a pensar no meu tipo de leitura preferido, constatei que não tenho pois gosto de tudo que é legível, revistas, gibis, livros como romances,cordel, ficcção, suspense, enfim leio de tudo um pouco.
Meus pais foram meus incentivadores na arte de ler, minha mãe dando o exemplo e meu pai, que era português e só tinha cursado até a 3ª série, me incentivando a estudar sempre. Meu pai só lia jornais, tinha pouca instrução mas queria que eu lesse muito mais. Já minha mãe sempre leu muito, até "bula de remédio", como ela diz pois aos 80 anos ela lê jornais, revistas de publicações científicas até fofocas de novela, navega na internet e tem até facebock( os dois últimos incentivados por mim e por meu irmão e cunhada, que são outros leitores vorazes).
Portanto sempre tive muitos exemplos e, graças a Deus, consegui segui-los sendo que até hoje leio desde publicações científicas até revistas populares e gibis( adooorooo os do Maurício de Souza ).
Quando entrei no "1º ano primário"em 63, olha que jurássica, já sabia ler alguma coisa, sabia escrever meu nome e fazer as contas básicas e tudo orientada por meus pais. Entrei em uma escola de freiras passionistas que, na época, era bem moderna e incentivava a leitura e a produção de textos como prioridade.
Toda essa bagagem leitora procurei passar para meus filhos e, junto com meu marido que não lê muito mas é expert em palavras cruzadas, creio que conseguimos pois nosso filho fez faculdade de jornalismo, onde a leitura e escrita são fundamentais e ele escreve muito bem, modéstia a parte, e nossa filha cursa Medicina Veterinária onde lê muuuiiito também.
Com esse histórico espero moldar netos leitores, quando os tiver.
Responder
Posso dividir a leitura em minha vida em três fases: primeira fase a da “necessidade” – somente através do domínio da leitura é que poderia prosseguir adiante nos estudos, na compreensão do que se passa no mundo e me sentir dentro do contexto dessa vida tão cheia de informações e indagações. Segunda fase a da “vontade” – certos comentários de colegas e amigos sobre determinados livros me instigavam a querer ler, viajar por entre as linhas e conversar com o autor. A terceira fase a da “fantasia” – Tenho dois lindos filhos e, desde cedo, introduzi os livros em suas vidas. Ler para eles e juntos viajarmos no mundo da imaginação despertou em mim a “fase” que não tive quando criança. Percebo hoje que consigo unir a “necessidade”, “vontade” e a “fantasia” em uma leitura, tornando o “livro” meu amigo prazeroso e ao mesmo tempo, instigante.
ResponderExcluirÉ realmente não da para imaginar nossa vida sem livros Simone.
ExcluirUma notícia de jornal popular...
ResponderExcluirEXTRA, EXTRA -Presunto fresco desovado na porta de velhote.
Por volta das cinco da matina, seu Joelson, velhote aposentado, acordou com uma sensação estranha, levantou e foi ao banheiro. Quando estava se lavando ouviu a campainha e achou mais estranho ainda. Disse aos repórteres que olhou no relógio, achou que era cedo para visitas mas foi abrir a porta.
Destrancou a porta e viu um fulano estatelado no chão e seu tapete novo ensopado de sangue. Olhou em volta para achar alguém e não viu nada.. Com medo se abaixou e mexeu no homem que mais parecia um bloco de gelo de tão frio.
Então, o pobre homem sentiu que haviam deixado um morto à sua porta e antes que o chão ficasse todo manchado com o sangue, correu e ligou para a polícia que chegou rapidamente depois de 3 horas.
Com seu tapete e seu chão ensanguentados para sempre o velhote Joelson deu seu depoimento e a polícia constatou, depois de analisar os dados e os documentos do falecido, que havia sido um acerto da contas entre gangues vizinhas e o chefe de uma delas tinha passado desta para melhor.
Presunto é legal Aidil, como diria um locutor de rádio de minha cidade, é pro povão.
ExcluirMuito bom Aidil você é uma verdadeira repórter de jornal popular, uma verdadeira repórter do povão com texto agradável e interessante para as camadas populares.
ResponderExcluirPaulo, acho que vou procurar um jornal beeeemmmm popular para pedir emprego, kkkkkkkkkkkkkk...
ExcluirSe isso acontecer o Estado e os Alunos perderam uma ótima Professora e o Jornalismo ganhará uma Reporter perfeita para correr atrás de noticias que aguçam a curiosidade das camadas populares.
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirMuito legal o seu texto, Paulo...bem original!!!
ExcluirParabéns!!!
Sem falsa modéstia, sou bem criativo mesmo Mariana.
ExcluirEMPRESÁRIO DE SÃO PAULO É ACHADO MORTO EM MIRALUZ
ExcluirÉ amigos leitores, parece que aquela paz que até então tínhamos em nossa pacata cidade de Miraluz está com os dias contados, problemas e mistérios que até então era privilégio das cidades grandes, começam a acontecer aqui em nossa cidade. Não posso deixar de lembrar que o último homicídio em nossa cidade, até então, aconteceu fazem mais de vinte anos.
Pois então leiam a reportagem que fizemos o Professor Paulo, que trata de um assunto intrigante:
Prof. Paulo: Lembro que como sempre acordei ás cinco horas e trinta minutos da manhã, estava chovendo muito, fui ao banheiro, lavei o rosto quando ouvi a campainha tocar, enxuguei-me e apesar de achar estranho alguém em casa essa hora da manhã fui atender a porta, quando abri dou de cara com um homem caído. Olhei ao redor e vi uma mulher de cabelos ruivos correndo velozmente se afastando de minha casa. Tentei então socorrer o homem que em minha opinião estaria bêbado, mas quando toquei seu rosto, percebi que o corpo estava frio e duro, percebi que o homem, que estava morto. Liguei imediatamente para a Policia, logo ela chegou. O corpo não tinha sinais de violência, a Policia acha que a causa da morte provavelmente foi por causa de uma overdose de drogas. Ao examinar os documentos a Policia constatou que se trata de um grande empresário de São Paulo. A autopsia que será feita em José Bonifácio tentará apurar com certeza a causa da morte. Não tenho nada mais a dizer.
Caros leitores coube a nós do Jornal Correio de Miraluz denunciar o ocorrido mistério onde a principal testemunha, o Professor Paulo viu apenas uma mulher ruiva correndo, bem distante dele. Terá sido overdose de drogas mesmo ou assassinato? E nossos dias de paz em nossa pacata cidade estarão chegando ao fim, estaremos com o crescimento de nossa cidade herdando os problemas das cidades grandes?
Enfim cobramos em nome do nosso povo que as autoridades competentes esclareçam esse mistério.
“CADÁVER FAZIA PARTE DE UMA QUADRILHA AMOROSA?”
ResponderExcluirSegundo depoimento da Sra.Lili P. Fernandes, branca, 38 anos, moradora na Rua Carlos Drummond de Andrade, nº 20, apto 06, no Bairro Recanto das Rosas, em São Paulo, prestado a polícia local, o defunto encontrado nesta manhã de sábado na porta de seu apartamento por volta das 07 h é de seu marido J.P.Fernandes, branco, 45 anos, que estava trabalhando como segurança no turno da noite. A testemunha, muito chocada ainda com o ocorrido, não sabe explicar porque o marido foi morto, apenas relata que ele andava muito esquisito ultimamente, falando besteiras enquanto dormia, dizendo nomes de João, Raimundo, Joaquim, Teresa e Maria, e quando perguntava a ele quem eram, apenas dizia “fantasmas do passado. A testemunha declara ainda que ao acordar e consultar o relógio de cabeceira e verificar que eram quase 06 h, preocupou-se apenas em se levantar logo, fazer a sua higiene pessoal antes de preparar o café da manhã para seu marido, que estava para chegar. Nisso, enquanto lavava seu rosto, ouviu a campainha tocar e logo estranhou, pois o marido costumava chegar sempre às 07 h. Muito contra a vontade, enxugou-se às pressas e assim que saiu do banheiro ouviu um barulho muito forte e estranho. Mesmo assim, destrancou a fechadura e abriu a porta e para seu pavor, viu seu marido caído no chão, com marca de tiro no peito. A testemunha, muito nervosa, olhou em volta e não viu ninguém no corredor, então ela se abaixou e tocou no marido e sentiu que ele estava frio que nem gelo. Imediatamente, em estado de choque, ligou para o 190.
A polícia está investigando os fatos, mas trabalha com a suspeita de uma suposta quadrilha amorosa, já que encontrou um bilhete anônimo no bolso da jaqueta do falecido dizendo que Joaquim já havia se suicidado... A testemunha nega qualquer envolvimento no caso...
A tua está perfeita Mariana, uma mistura de traição com loucura, perfeita mesmo.
ExcluirREFLEXÕES SOBRE O CURSO.
ResponderExcluirO primeiro contato que tive com esse curso foi a videoconferência a que fui convocada para assistir por ser professora coordenadora. O que mais me chamou a atenção foi o trabalho com leituras e textos e a apresentação entusiástica da coordenadora do curso e ainda o fato de poder ser feito por PCs também, já que a maioria deles são direcionados aos professores em geral.
Fiz a maior propaganda na escola e, no primeiro dia em que se abriram as inscrições fiz a minha. Foi sorte, pois no dia seguinte já não havia mais vagas e muitos colegas me cobraram já que eu os entusiasmara tanto. Fica para a próxima...
Os módulos do curso superaram as minhas expectativas pois eu achava que depois de ter conseguido terminar o estafante REDEFOR não enfrentaria grandes dificuldades ou teria maiores surpresas. Doce ilusão, encontrei problemas, alguns percalços e tive que estudar e me aprimorar bastante para conseguir dar conta de todas as tarefas propostas.
Como gosto de estudar e trabalhar com pessoas interessantes e preocupadas em aprender, estou ansiosa para que a 2ª parte do “Práticas” comece logo para interagir e aprender bastante. Mesmo à beira da aposentadoria sinto que ainda tenho muito a aprender e a ensinar também, portanto, colegas, me aguardem no próximo módulo.
Profª AIDIL
Este comentário foi removido pelo autor.
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